Capítulo 119 Narrado por Rodrigo (Digão)Terminamos a conversa em paz. Finalmente. Depois de tanta tensão, de palavras duras e silêncios pesados, a gente se olhou e soube que estava tudo bem. Peguei a mão da minha esposa, apertei com firmeza e sorri daquele jeito que ela sempre derrete. — Vamos pra casa, amor. Quero ver o nosso menino e depois… quero você — murmurei no ouvido dela, baixinho, só pra ela ouvir.Ela mordeu o lábio inferior e apertou minha coxa por cima da calça, os dedos deslizando perigosamente perto do volume que já começava a crescer. O caminho inteiro de volta foi uma tortura doce. Eu dirigia com uma mão no volante e a outra na perna dela, subindo devagar por baixo do vestido fino, sentindo a pele quente e macia. Ela abria um pouco as coxas, me dando espaço, mas não falava nada. Só respirava mais fundo.Quando chegamos em casa, o sol batia forte no quintal. Nosso filho estava na piscina, rindo alto enquanto brincava com a filha da Ludmilla. Os dois jogavam água um
Leer más