— Vocês vão se arrepender quando Layla entrar por aquela porta — disse. — Porque ela entrará. Com barriga, bebê, lágrimas, dignidade e todos os homens caindo aos pés dela por pena ou desejo. E vocês estarão aqui, aplaudindo a própria substituição.Samira respondeu:— Talvez nenhuma de nós esteja aqui.Nadine congelou.— O que isso significa?Mariam falou, baixa:— Que eu vou visitar minha irmã.Aisha cruzou os braços.— Que eu vou estudar fora, se conseguir.Samira sustentou o olhar de Nadine.— Que eu ainda não sei. Mas estou pensando.Nadine olhou de uma para outra.A raiva em seu rosto se misturou com algo mais frágil.— Então ela venceu mesmo.Samira balançou a cabeça.— Não. Nós perdemos antes dela chegar. Só estamos percebendo agora.Nadine ficou imóvel.Depois deu uma risada curta, sem alegria.— Que consolo inútil.Virou-se para sair.Antes de atravessar a porta, disse:— Quando eu cair, não esperem que eu caia quieta.Aisha respondeu:— Ninguém esperava.Nadine saiu.As três
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