Culpou Marcus por levá-lo àquele lugar e ao álcool por desarmar o seu juízo, mas no fundo sabia que a verdade que havia soltado era sua, e apenas sua. Entrou no banheiro e deixou que a água gelada batesse em sua pele, tentando apagar o rastro do contato com Audrey, mas a lembrança da cintura dela sob suas mãos parecia tatuada em sua pele.“Faça como se nada tivesse acontecido. Não dê explicações. Se você agir como se tivesse esquecido, ela terá que fazer o mesmo”, disse a si mesmo enquanto se vestia com um terno cinza chumbo perfeitamente passado. Mas uma parte dele, o orgulho dos Di Giovanni, lhe lembrava que ele não era alguém que fugia das situações. No entanto, a ideia de encarar Audrey e admitir que a desejava, apesar de seu sobrenome, era uma fraqueza que não podia se permitir.Desceu para a sala de jantar movido por uma fome voraz e uma garganta seca. Ao cruzar a soleira, ele a viu. Audrey estava sentada com as crianças, servindo-lhes o café da manhã. A cena era a imagem viva d
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