Ela começou a rir muito, falou abraçada, cravando as unhas nas costas dele.— Nossa, tudo isso?Ele tentou beijá-la. Quando ela evitou, virando o rosto, ele falou rindo, cheio de expectativas:— É que são saudades demais.Acariciou o rosto dela, o pescoço, apertou os se.ios. Ela continuava rindo, falou se afastando sutilmente, fugindo das investidas.— Tenho que passar o café.Ele encostou na pia, falou observando-a ir pegar a água fervendo. Falou rindo, desconcertado, com receio de levar um fora.— Tô igual essa água aí, quente. Minha vontade é me misturar em você, igual esse pó e ela.Ela não sabia se conseguiria resistir. Respondeu virada de lado, tentando conter o riso enquanto passava o café.— Sabe que sonhei com você ontem.Ele se aproximou, falou abraçando-a por trás, acariciando os se.ios dela.— O que sonhou? Me conta. Quem sabe eu posso realizar.Ela segurou a mão d
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