Capítulo 2 - LIVRO 2Outra voz muito semelhante, disse que não deviam mexer nas coisas dos avós, começaram a conversar, falando que lá era horrível e cheirava a esterco o tempo todo, se afastaram falando que iam beber pinga, escondidos, não pareciam nem tristes pelo luto. No outro dia todos foram embora, Egilda foi abrir a porta do quartinho, disse que queria tudo limpo e rápido. Enquanto organizava todos os quartos, que ninguém se quer estendeu uma única cama, Cayenne encontrou um colar simples preto, com tiras de couro e um pingente de vidro, com um arroz dentro, ela não sabia ler, mas viu que tinha algo escrito, achou muito legal e guardou escondido. Se passaram alguns dias e ela percebeu que Egilda parecia triste, diferente, em uma manhã chuvosa, após deixar tudo impecável, Cayenne se aproximou apreensiva de E
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