HenriqueO motor do meu carro rugia pela avenida, até que virei bruscamente em direção a entrada do clube noturno. Os seguranças reconheceram meu carro imediatamente e liberaram minha entrada sem qualquer abordagem, como sempre. Desci a rampa para o estacionamento subterrâneo ouvindo o ronco grave do motor.Estacionei rápido pensando no quanto eu precisava de álcool para esquecer da inconveniência do meu pai e as pressões do casamento. Eu subi os lances de escada já sentindo a música vibrar pelas paredes. Essa noite, a Majestic, como era clandestinamente conhecida, apesar de não ter uma fachada, já pulsava freneticamente.Quando empurrei a porta a atmosfera estava quase caótica, com luzes vermelhas, música alta e pessoas esfregando os corpos com luxúria. Mulheres seminuas dançavam em gaiolas suspensas presas ao teto.Os camarotes vips estavam completamente ocupados por empresários, modelos e reconheci alguns jogadores de futebol. Todo o tipo de gente rica tentando esquecer os próprios
Leer más