Jamila foi deitada com cuidado na cama. Seu corpo ainda tremia, e cada movimento parecia arrancar um suspiro de dor.— Devagar… — disse Afonso, com a voz baixa, tentando não machucá-la mais.Sol não conseguiu ficar parada.— Eu vou chamar a Chinara!E saiu quase correndo.Pouco tempo depois, voltou acompanhada de Chinara, que já trazia tudo nas mãos — folhas amassadas, água morna e um pano limpo.Assim que viu Jamila naquele estado, seus olhos se encheram de lágrimas.— Meu Deus… — sussurrou.Mas, mesmo abalada, se aproximou firme.— Vamos cuidar disso…Jamila assentiu de leve, tentando ser forte.Chinara começou limpando com cuidado as feridas nas costas. O pano molhado tocava a pele machucada, e Jamila apertou os olhos, segurando a dor.— Vai arder um pouco… — avisou Chinara.Sol segurava a mão de Jamila com força.— Aguenta… eu tô aqui…Afonso ficou ao lado, inquieto, sem saber onde colocar as mãos, sentindo a dor dela como se fosse sua.Depois de limpar, Chinara aplicou as folha
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