Angel Damon apaga de repente. Um segundo ele está de joelhos, com o rosto colado na minha barriga, sussurrando que ama o bebê. No seguinte, o corpo dele desaba, pesado, ainda agarrado à minha cintura.— Damon! — chamo, segurando nos ombros dele.Nada. Ele está desacordado, respirando fundo, cheirando a uísque puro. Olho pra Pietro.— Me ajuda. — peço, tentando segurar a parte do peso que eu consigo. — Damon bêbado é muito pesado pra mim.Pietro se aproxima, passa uma mão pelo rosto, como se estivesse processando tudo. Os olhos dele estão brilhando quase tanto quanto os meus.— Eu nunca tinha visto esse lado vulnerável dele. — ele confessa, com a voz embargada. — Damon sempre foi bom em esconder o que sente. Por todo mundo. Mesmo quando está protegendo, cuidando, ele faz parecer que não sente nada.Juntos, com algum esforço, conseguimos colocá-lo na cama. Ele cai de costas, apaga de novo, um braço jogado de lado, o outro ainda meio estendido na minha direção, como se até inconsciente
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