Melinda Meus músculos não respondem, minhas pernas ardem e meu corpo ainda pulsa com o resquício do último orgasmo quando o sinto se afastar de repente. Damon sai de dentro de mim sem nenhuma delicadeza, e a ausência brusca me deixa vazia, perdida. Ele arranca a camisinha, amarra com um nó rápido e a joga no lixo.— Preciso de um banho. — A voz dele sai grossa e áspera, sem uma gota de carinho.E é como se uma navalha atravessasse o pouco de ar que me restava. Eu não devia esperar outra coisa, sabia no que estava me metendo, sabia do acordo, sabia que não havia espaço para afeto ali. Mas, ainda assim… parte de mim, a parte idiota e frágil, esperou que ele ao menos me olhasse diferente, me tocasse diferente. Que me beijasse. Ele não me beijou em momento algum. Mas está claro que ele é do tipo de homem que não beija prostitutas. E isso me corta por dentro como se me reduzisse ao que eu mais temia, não sou nada além de uma puta para ele.Eu me sinto suja, usada, e ao mesmo tempo, ve
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