Kostas observa-a em silêncio, e pela primeira vez em muitos meses, ele viu esperança. Algo que ela tinha perdido após a morte da mãe.Marina já não falava em vingança, já não demonstrava sentir ódio, ela tinha esperança.Ela vai até à janela e respira fundo enquanto observava a cidade, pensava na guerra do presente e planeava o futuro.- Vamos atrás dele – diz MarinaE foi ali, que pela primeira vez desde que tudo começou, Álvaro já não era apenas um monstro nas sombras, ele agora tinha nome, tinha fraquezas, tinha passado e isso significava una coisa, ele também podia cair como todos os outros que ele fez cair.A manhã nasceu cinzenta. Mas, pela primeira vez em muito tempo, Marina sentia algo diferente, não era felicidade, nem alívio. Era vantagem, pequena, frágil, mas era uma vantagem real.Ela estava sentada à mesa do escritório de Josué enquanto Pedro organizava os documentos encontrado no cofre. Kostas permanecia junto à janela, sempre atento, sempre à procura de ameaças.- Expli
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