ISABELLA VILLANOVAO som irritante do toque do meu celular deu fim ao silêncio do quarto de hotel onde estávamos. Rolei na cama, bufando de raiva ao ver o nome do meu pai na tela pela décima vez naquela manhã.— Eles não desistem nunca! — resmunguei, pegando o aparelho sobre o criado-mudo. Sem pensar duas vezes, segurei o botão e desliguei o telefone.Fernando, que ainda estava sonolento, me puxou, trazendo-me de volta para o aconchego dos seus braços.— Esquece isso, amor. Troca de chip logo, ou melhor, joga esse aparelho no lixo. Ninguém precisa saber onde estamos — ele murmurou com a voz rouca, me apertando com força contra o seu peito. — Vamos dormir mais um pouco.Deitei a cabeça no peito dele, mas o sono não veio. A minha mente viajou para trás, para a lembrança do que houve, logo após ser expulsa da mansão Lancaster.FLASHBACK...Assim que o Vicente me chutou de casa, eu fui até a casa dos meus pais, com a esperança de pegar meu fundo de reserva e joias escondidas.Entrei na sa
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