1 semana depois A dor começou de forma silenciosa, quase tímida, como se estivesse testando o próprio espaço dentro do corpo de Ava. Ela estava deitada, tentando descansar depois de mais um dia longo no hospital, quando sentiu a primeira contração diferente das outras. Não era apenas desconforto. Era mais profunda, mais firme, como algo que não iria simplesmente passar. Ela fechou os olhos por alguns segundos, respirando devagar, esperando que fosse apenas mais um falso alarme, mas quando a segunda veio, mais intensa, mais presente, não houve mais dúvida. Algo dentro dela mudou naquele instante, uma certeza calma, quase instintiva, tomando conta do lugar onde antes havia apenas expectativa. — Adrien. A voz saiu baixa, mas carregada de significado, e ele apareceu quase imediatamente, como se já estivesse esperando por aquele chamado desde o início. Quando viu a expressão dela, não precisou de muitas explicações. Ava levou a mão até a barriga, respirando com dificuldade controlada,
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