Stefano estava em Roma havia uma semana. Estava em sua cobertura emocionalmente destruído. Havia passado uma semana se embebedando e amaldiçoando aquela mulher perversa. Somente seu amigo Fabrizio Ferrari, seu melhor amigo, sabia que ele estava trancado, na lama e na pedra, em sua cobertura. — Agora, Stefano, você não pode se destruir assim. Supere isso, você tem que sair desse confinamento. — É fácil dizer isso, quando não é você que foi ferido tão cruelmente. Aquela mulher matou meu filho. — Eu sei, irmão, eu sei como você se sente, mas temos que seguir em frente, ir em frente. O mundo continua, e você deve segui-lo, não ficar aqui para destruir seu futuro. Vamos, levante-se, tome um banho, e vamos sair. Seu novo emprego está esperando por você aqui. Dito isso, entrou no banheiro e tomou uma ducha. Saiu, vestiu seu melhor terno, desceu as escadas. Fabrizio já o esperava com um café forte e duas Aspirinas. Ele as pegou e saíram em direção ao hospital, onde ele iria trabalhar. E
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