Aurora Gordoma Meu corpo ainda zumbia, um eco doce e pulsante do que Alec tinha feito com a boca. Um tremor fino percorria minhas coxas, e aquele lugar íntimo latejava, úmido e quente, clamando por algo mais. Ele estava sobre mim agora, seu peso uma âncora quente e bem-vinda, seus olhos escuros vasculhando o meu rosto como se estivesse lendo cada pensamento, cada medo, cada desejo ardente.- Aurora.. - ele sussurrou, e meu nome na boca dele era uma oração e uma posse. - Está pronta para mim? A voz falhou na minha garganta. Tudo que consegui foi um aceno, minhas mãos subindo para agarrar os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a pele. Eu estava pronta. Tão pronta que doía.Então eu senti. Não apenas o toque, mas a pressão. Ele, duro como pedra e incrivelmente quente, encostou na minha entrada, que ainda estava sensível e palpitante do seu trabalho anterior. Era uma presença monumental, algo que meu corpo reconhecia instintivamente como uma invasão necessária.Ele se moveu par
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