ISABEL LINORES Ainda entorpecida pelas ondas do meu clímax, eu mantinha os olhos semicerrados, enquanto minha respiração continuava saindo em arfadas curtas e trêmulas. O meu corpo parecia flutuar sobre o colchão, completamente entregue à sensação de êxtase que Charles havia me proporcionado. Através da visão embaçada pelo prazer, observei o meu marido se levantar. A luz prateada da lua cheia, que entrava pela enorme janela de vidro da cabana, iluminava a silhueta dele como se fosse uma divindade. Com movimentos rápidos e impacientes, Charles se livrou da calça e da cueca. Meu coração deu um salto falho no peito. A ereção dele era impressionante, espessa, longa, rígida e latejante, apontando para cima com uma necessidade óbvia. A visão do seu pau, tão imponente e pronto para mim, enviou uma nova descarga de calor pelo meu corpo, despertando a fome que eu achava ter acabado de saciar. Charles subiu na cama, engatinhando sobre os lençóis amassados. O calor que irradiava do corpo gra
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