ela insistiu, chegando mais perto. — Se quer provocar alguém, é só me dizer. A gente faz. Somos uma dupla e tanto, você sabe... E você mesmo disse, você sempre volta. A mão dela veio pro meu rosto com aquele sorriso que antes sempre funcionava porque tinha intenção da minha parte, mas agora não existe mais. Segurei a mão dela antes de me tocar. — Não existe "nós", Lexa. Nunca existiu. cortei, seco. — Não sei de onde você tirou essa ideia, mas aquela parada que a gente tinha acabou. Já era. Ela fechou o sorriso na hora, a máscara caindo. Eu não dei tempo pra ela processar. — A parada com a "garota" que você fala ,é séria. Papo de família, cachorro, casa com cerca, sacou? Falei de um jeito que não sobrasse dúvida. — Você não pode tá falando sério. — Nunca falei tão sério. Ela negou incrédula, mas estava estampado na cara dela que entendeu. — Aproveita tua noite, eu tenho coisa melhor pra fazer. Deixei ela ali, parada no meio do salão, destilando frust
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