Ela gemeu entre meus lábios, um som de frustração e desejo, e as mãos dela, que antes me batiam, agora se enroscavam na minha jaqueta, me puxando para mais perto com uma urgência que dizia que ela estava tão desesperada quanto eu. Estávamos ali, no meio do estacionamento, onde qualquer um podia ver, mas nada mais importava. O jogo de ciúmes tinha colapsado, deixando apenas a verdade crua: a gente se odiava por precisar tanto um do outro. A tensão no estacionamento era palpável, um fio prestes a arrebentar. Puxei ainda mais seu corpo para mim, com a boca sedenta pela dela. Com aquela puta saudade devorando tudo em meus sentidos. O cheiro dela, a boca... Aquele beijo, porra, era meu, tinha ser só meu. mas antes que eu pudesse aprofundar ainda mais o beijo, o tapa estalou. Minha cabeça virou com a força do golpe, e a ardência na minha bochecha era quase tão forte quanto a fúria nos olhos dela. Caralho, ela me bateu, porra! — Seu hipócrita! Maya cuspiu as palav
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