O sol da manhã em Campinas filtrava pelas cortinas finas do quarto de Isabella, tingindo o lençol branco de tons dourados suaves que dançavam na pele nua dela e de Dante. Fazia dez dias que eles estavam no Brasil, e a recuperação dele avançava a passos firmes: as costelas permitiam movimentos mais amplos sem dor aguda, o rosto havia perdido os últimos vestígios de hematomas, deixando apenas cicatrizes sutis que ele chamava de “troféus”, e a mão esquerda mutilada estava ganhando força com fisioterapia diária. Ele ainda evitava esforços pesados, mas na cama... na cama ele era o mesmo Dante selvagem, possessivo, que a fazia esquecer o mundo lá fora.Naquela manhã, eles acordaram cedo — ou melhor, não dormiram de verdade. O beijo começou inocente, um toque preguiçoso dos lábios dele no pescoço dela ao acordar, mas logo virou fome. Dante rolou para cima dela com cuidado, beijando o caminho do colo até os seios, língua rodopiando os mamilos rosados até endurecerem. Isabella arqueou as costa
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