O apartamento estava silencioso, exceto pelo som do relógio na parede e pelo batimento acelerado do coração de Laura. Ela estava sozinha, mas não conseguia esquecer James McCall. Cada toque, cada olhar provocativo dele no escritório estava gravado em sua mente, queimando em cada fibra do seu corpo.Vik estava ocupada com seus fones de ouvido e mixando músicas para a noite, deixando Laura em seu próprio turbilhão de pensamentos. Ela tentou se concentrar, mas a lembrança do toque de James, tão perto, tão provocador, a fazia tremer.Então, a campainha tocou. Laura abriu a porta, e lá estava ele — James McCall, com aquele sorriso de canto, olhar gélido e corpo que exalava poder e desejo.— Boa noite, Laura — disse ele, a voz baixa, quase rouca de intenção. — Posso entrar?— Sr. McCall… — começou ela, firme, mas o corpo traindo seu controle. — Não… você… não deveria…— Não é hora de regras — murmurou ele, atravessando a porta com confiança. — É hora de ser honesta sobre o que sente.Ela se
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