Eu não costumo aparecer na casa das pessoas à noite.Principalmente sem avisar.Principalmente na casa de alguém que, algumas horas antes, praticamente deixou claro que eu complico a vida dela só por existir.Mas, tecnicamente…Eu tinha um motivo.— Você prometeu — disse Noah mais cedo, apontando pra mim como se fosse um contrato legal, quando fui vê-los na escola na hora do intervalo.— Eu não prometi — respondi.— Prometeu sim.— Não prometi.— Prometeu.— Não prometi.— Prometeu.Silêncio.— Eu considerei — corrigi.— Isso é promessa.— Não é.— É sim.— Não é.— É sim.Ben entrou no meio:— Ele vai.— Eu não disse isso.— Disse sim.— Quando?— Agora.E, aparentemente…Isso foi suficiente.Então ali estava eu.Na frente da casa da
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