— O que você quer dizer com isso? — rosnei, com a voz saindo como um triturador. — Responde logo, desgraçado! Ela está onde?Vítor deu uma risada fraca, com o sangue escorrendo pelos lábios e manchando o seu queixo. Ele não respondeu. Aquele silêncio era mais irritante que qualquer grito.A fúria me dominou. Acertei o primeiro soco no seu rosto, sentindo o osso da maçã do rosto dele ceder sob os meus dedos.— Fala! — gritei, descarregando mais um golpe.O impacto do segundo soco fez a cadeira balançar. O sangue dele espirrou no meu punho, mas eu não parei. Continuei socando, uma, duas, três vezes, até que ele simplesmente apagasse, o corpo pendurado nas braçadeiras de plástico.— Chega, Nicolas! — Jade me segurou pelos ombros, me puxando para trás. — Você vai matar o cara! Se ele morrer, a gente não tira nenhuma informação.Eu me afastei dela, arfando, com o peito subindo e descendo como se eu tivesse corrido uma maratona. As minhas mãos tremiam, e não era de cansaço. Era de me
Ler mais