RUBI MONTENEGRO— Por que não fazemos isso aqui mesmo? Ares abriu um sorriso de lado, mas, em vez de pular em cima de mim como eu esperava, ele simplesmente se levantou da poltrona. Acompanhei seus movimentos com o olhar enquanto ele caminhava em direção à saída. Meu coração afundou na mesma hora. Será que pareci muito oferecida? Perdeu a graça para ele porque eu facilitei demais? A minha insegurança durou exatos três segundos, porque Ares havia acabado de trancar a porta da sala.Ele caminhou de volta, parando bem na minha frente. Sem tirar os olhos dos meus, ele alcançou a lateral do meu assento e apertou o botão, fazendo a poltrona reclinar para trás até eu ficar quase deitada. Ares apoiou um dos joelhos no estofado, bem no meio das minhas pernas, e se inclinou, dando um beijo brever. Em seguida, segurou o cós do meu short e o puxou para baixo, jogando a peça de roupa no chão. Fiquei apenas de blusa e calcinha, ofegante, assistindo Ares Beckett se ajoelhar no chão, bem no meio
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