RUBI MONTENEGROAres me olhou com a respiração ofegante, o peito subindo e descendo freneticamente sob o sol brilhante. O rosto do CEO da Beckett Industries estava contorcido em agonia e luxúria. Ver aquele homem arrogante completamente à minha mercê era a sensação mais inebriante que eu já havia experimentado. — O que seria "implorar com jeitinho", Rubi? — ele perguntou. Abri um sorriso perverso. Eu sabia que o grande e orgulhoso Ares Beckett preferiria perder milhões em um negócio a se humilhar, então a minha intenção era apenas atormentá-lo um pouquinho antes de aliviá-lo. — Quero que você diga: "Por favor, minha rainha, eu imploro que me deixe gozar gostoso na sua boca" — falei devagar, saboreando a provocação. Eu esperava que ele revirasse os olhos ou tentasse me puxar de volta à força. Mas, para a minha total e completa surpresa, Ares se apoiou nos cotovelos, erguendo o tronco da toalha. Ele cravou os olhos escuros nos meus, obscurecidos por um desejo selvagem, e não pestane
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