A luz da manhã iluminava o jardim e os sorrisos radiantes de três rostinhos inocentes. Alice observava as crianças brincarem, encantadas mais pelas plantas coloridas do que pela arquitetura luxuosa da villa europeia."Mamãe, posso colher uma florzinha?", pediu Mariana, com os bracinhos balançando em ansiedade.Alice aproximou-se e apontou para uma flor maior ao lado. "Mas e a mãe da florzinha?"Theo, que observava formigas, arregalou os olhos. "A florzinha também tem mãe?!"Alice sorriu. Seu objetivo não era dar uma aula de botânica, mas ensinar o respeito à natureza. Noah, percebendo a intenção da mãe, ajudou: "Todos nós temos mães, então é claro que a flor também tem."Theo, querendo ser recompensado, assumiu um ar sério: "Então não podemos colher! Se tirarmos ela daqui, a mãe dela ficará muito triste.""Theo é tão inteligente," elogiou Alice, tocando levemente a ponta do nariz do filho, que deu uma risadinha."Então eu não vou colher, senão vai doer," decidiu Mariana, acenando com
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