GRACE REEDO sol estava apenas começando a ameaçar nascer no horizonte, quando as portas do elevador finalmente se abriram na cobertura. Era aproximadamente seis e meia da manhã.Eu estava exausta. Meus pés latejavam dentro dos sapatos confortáveis que eu usava no hospital, e meus ombros pareciam prestes a travar.Caminhei descalça, deixando meus sapatos esquecidos no tapete da entrada. O piso frio aliviou a sola dos meus pés. Eu imaginei que, àquela hora da manhã de um domingo, Dominic estaria dormindo profundamente no quarto principal, esparramado na cama que agora dividíamo.Porém, quando passei pelo corredor que dava acesso à sala de estar, notei que as luzes baixas dos abajures ainda estavam acesas.Dominic estava lá. Ele estava sentado no grande, com a cabeça apoiada para trás e os olhos fechados. Ele usava apenas uma calça de pijama de algodão cinza, solta, que pendia baixa em seus quadris. O peito nu, largo e definido, subia e descia em um ritmo lento, mas ele não parecia rela
Leer más