Naquela noite, as paredes do meu apartamento testemunharam uma entrega que ia muito além das cláusulas de qualquer contrato. O que importava era o calor da pele dele contra a minha, o domínio das suas mãos e a entrega absoluta que o BDSM nos proporcionava. A intensidade da nossa química era uma força que consumia tudo, deixando apenas a respiração ofegante e o eco de gemidos no ar. Cada toque, cada comando, cada arrepio era uma reafirmação de que, entre nós, o desejo era a linguagem universal.Quando o êxtase se dissipou, restou o silêncio. Deitamos lado a lado na minha cama, os corpos ainda conectados pela reverberação da paixão. O Banguela, alheio a tudo, saltou para a cama e se aninhou entre nós, ronronando. Alex me abraçava por trás, a mão possessiva em minha cintura, e eu sentia o ritm
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