Enquanto Gabriel e Rebeca discutiam protocolos de segurança na sala de reuniões envidraçada, Bia foi levada por Eliza até a "Brinquedoteca Tecnológica" da fundação, um espaço destinado aos filhos dos cientistas e pacientes da Vance Technologies. Lá, entre cubos de luz e telas interativas, Bia parou abruptamente. Ela não foi em direção aos brinquedos. Ela caminhou até o canto mais silencioso da sala, onde um menino de cerca de quatro anos, chamado Leo, estava sentado de costas, organizando pedras coloridas no chão com uma precisão matemática. Arthur, que estava logo atrás usando seu visor, sentiu uma vibração estranha. Não era o "choque" de tecnologia, era algo... orgânico. — Bia, o que foi? — Arthur perguntou, ajustando o visor. Pela lente, ele viu algo que o deixou sem fôlego: ao redor de Leo, havia uma aura de cor verde-clara, estável e calma, que parecia "conversar" com a aura azul de Bia. Bia sentou-se à frente do menino. L
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