48. Estou ferrado
BrancaEle me jogou na cama com uma força controlada, o colchão afundando sob meu peso enquanto eu quicava levemente, o ar saindo dos pulmões em um suspiro surpreso. Cássio ficou de pé na beira da cama por um segundo, só me olhando. Os olhos dele eram puro fogo, escuros, famintos, possessivos. Ele tirou a camisa devagar, botão por botão, revelando o peito largo, os músculos definidos que eu já conhecia, mas que ainda me deixavam sem fôlego toda vez. A luz fraca do abajur jogava sombras nos contornos dele, e eu mordi o lábio, sentindo o calor se espalhar do peito até entre as pernas.“Você acha que pode brincar comigo desse jeito?” perguntou, a voz rouca, baixa, como um aviso. Ele subiu na cama, os joelhos afundando no colchão, e se inclinou sobre mim, prendendo meus pulsos acima da minha cabeça com uma mão só. “Acha que pode falar de sair com outro homem na minha frente e sair impune?”Eu ri, ofegante, tentando provocar mais.“Talvez eu quisesse ver você assim… ciumento.”Ele sorriu,
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