O sol da manhã do sul entra pelas frestas da madeira, pintando o quarto com tons de âmbar, mas o calor que me desperta não vem do clima. Luna está ressonando suavemente, de costas para mim, a curva do seu quadril um convite que meu corpo aceita antes mesmo da minha mente despertar por completo.A fúria de ontem se transformou em uma fome latente. Eu me colo atrás dela, sentindo o calor da sua pele. Minha mão desce, possessiva, e encontra a entrada que eu tanto desejei. Ela está relaxada pelo sono, mas quando meus dedos começam a explorar o caminho mais estreito, ela solta um gemido manhoso.— Adrian... já é de manhã... — ela sussurra, a voz rouca de sono.— É a hora perfeita para eu te mostrar quem manda em cada centímetro desse corpo, porra — rosno no ouvido dela, mordendo o lóbulo da sua orelha.Eu não espero. Passo a perna por cima da dela, posicionando meu pau, que já está latejando, na entrada do seu rabo. Luna arfa, as mãos agarrando o travesseiro. Eu entro devagar, sentindo a r
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