O sol da manhã do sul entra pelas frestas da madeira, pintando o quarto com tons de âmbar, mas o calor que me desperta não vem do clima. Luna está ressonando suavemente, de costas para mim, a curva do seu quadril um convite que meu corpo aceita antes mesmo da minha mente despertar por completo.
A fúria de ontem se transformou em uma fome latente. Eu me colo atrás dela, sentindo o calor da sua pele. Minha mão desce, possessiva, e encontra a entrada que eu tanto desejei. Ela está relaxada pelo so