Tiana A luz cinza da manhã entrava pela janela entreaberta, pintando o quarto antigo com tons suaves. Nós ainda estávamos pelados, entrelaçados nos lençóis bagunçados da cama estreita de solteiro. Junior dormia de lado, braço pesado sobre minha cintura, respiração quente contra meu pescoço. Eu acordei primeiro, sentindo o corpo dele colado ao meu, pele contra pele, e o desejo da noite anterior voltou como uma chama intensa. Ele se mexeu, abriu os olhos devagar e sorriu preguiçoso. — Bom dia, meu amor… Não deu tempo de responder. Ele me puxou pra cima dele, mãos firmes na minha bunda, e me beijou devagar, profundo, como se tivéssemos todo o tempo do mundo, mesmo sabendo que não tínhamos. Eu estava molhada só de sentir ele duro de novo contra minha coxa. Montei nele sem pressa, descendo devagar até senti-lo inteiro dentro de mim. Um gemido baixo escapou dos dois ao mesmo tempo. — Shhh… — sussurrei contra a boca dele, rebolando lento, profundo, controlado. — Meus pais… — Eu sei — e
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