CAP. 135 - Russos não brincam eles torturam
POV/ CLARAMeus pés rasparam no chão áspero do corredor, e a última coisa que ouvi antes da porta bater foi o grito desesperado das gêmeas chamando pelo meu nome. Fui arrastada para uma sala que cheirava a água sujo, algo podre e morte iminente.No centro, um tanque de vidro, como um grande aquário sinistro, brilhava sob luzes cruas e insuportavelmente fortes.— Vamos ver se você aguenta — Azazel rosnou, fazendo um sinal para um dos homens que segurava um celular, posicionando a câmera. — Sorria. O Cavallieri precisa ver como você está se refrescando.Eles me jogaram lá dentro e o tamparam. O som do vidro batendo contra minhas costas ecoou como um veredito. O nível da água subiu rápido, gelada, subindo pelas minhas canelas, coxas, cintura... até que o mundo se tornou apenas o azul turvo e o silêncio sufocante. Bati inutilmente contra o vidro. Como psicóloga, minha mente tentava analisar o que ocorria: o córtex pré-frontal gritando para eu manter a calma, enquanto o sistema límbico ass
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