CAP. 134- O Cativeiro: Verdades Sangrentas
Pov/ Clara
Acordei com uma pressão enorme no peito, como se o ar tivesse sido substituído por chumbo. Tentei inspirar, mas o oxigênio vinha em goles curtos, arranhando minha garganta seca. O gosto metálico de sangue se misturava ao resíduo amargo do clorofórmio, provocando uma náusea tão violenta que precisei virar o rosto depressa, sentindo o suor frio escorrer pelas têmporas.
Abri os olhos devagar. Minha visão estava embaçada e um zumbido insuportável martelava meu cérebro. Levei a mão à cabe