TARYNA lebre já não está mais correndo.O pequeno corpo imóvel no chão parece… errado.Caius a pega com facilidade, como se aquilo fosse parte da sua rotina.E, para ele, provavelmente é.Para mim…Engulo em seco e sigo atrás dele, tentando não olhar diretamente para o pequeno animal.Mas não consigo evitar.Quando ele se ajoelha e começa a abrir o animal, tudo fica real demais. Tem sangue por todo o lugar, inclusive nas mãos de Caius.O cheiro metálico invade o ar.Um respingo quente atinge minha pele, bem na minha testa.Eu abaixo o olhar.Sangue.Um nó se forma na minha garganta.Minhas mãos tremem levemente.E, antes que eu perceba, lágrimas escorrem pelo meu rosto.Não faço barulho, não quero que ele perceba.
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