Capítulo 19. Se esfregä em mim, coelhinha
Ele começou a circular a língua na entrada da minha buceta, e por impulso, meus quadris começaram a rebolar sozinhos, buscando mais, querendo que ele me penetrasse com a língua. Quando ele finalmente cedeu e enfiou a língua dentro de mim, meu corpo ficou todo tenso, foi uma sensação maravilhosa. Patrick continuou enfiando a língua enquanto me olhava, eu estava com os lábios entreabertos, ofegante. De repente, ele levou a mão até minha buceta e passou os dedos no meu clitóris, me fazendo estremecer. — Deixa eu pôr o dedo nessa buceta, coelhinha… Vai ficar ainda mais gostoso — sussurrou, com a voz rouca. Ofegante, balbuciei: — Não, Patrick… eu não quero… Ele voltou a me chupar, mas sua mão não saiu do lugar. Apontou o dedo, pressionando minha entrada, quase me invadindo. — Não, Patrick — repeti, com mais firmeza, mas minha voz ainda trêmula. — Prometo que não vou enfiar fundo, é só pra te dar mais prazer, coelhinha. Sua mão ficou ali, firme, o dedo descansando na minha entrada. S
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