Ele ergueu a cabeça e cobriu a boca dela com a sua, a boca se movendo com intensidade, quase possessiva, todo desejo represado naquele beijo. Quando se soltou, os lábios traçaram um rastro pelo queixo dela, depois ao longo do pescoço, quentes e marcantes. Era como se ele precisasse provar cada centímetro dela.— Fala de novo — ele exigiu perto da orelha dela, a voz rouca e áspera.Keira não hesitou desta vez. As unhas arranharam as costas dele enquanto os quadris se pressionavam contra ele.— Te quero em todo lugar. Ou Lex.O peito de Alexei subia e descia de forma irregular.— Os dois.— Lex, por favor. Te quero em todo lugar.— Você está tremendo — ele murmurou, a voz rouca de fome.Keira engoliu em seco, a respiração travando.— É por sua causa.Os lábios de Alexei se curvaram em algo mais escuro, mais faminto.— Então deixa eu cuidar de você. Porque, meu bem, não acho que você tem muito controle sobrando.A mão dele deslizou até a curva da coluna, arrastando-a para mais
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