— Merda, você cheira bem. — Os olhos travaram nos dela, escuros e predatórios.
O calor flamejou nas bochechas dela, mas ela não conseguia desviar o olhar. A fome crua na expressão dele fez o centro se contrair de necessidade. Ele jogou a calcinha pelo quarto, indiferente agora que havia conseguido o que queria dela.
Ele enfiou a mão no bolso da calça, tirando itens que fizeram a respiração dela travar. Uma embalagem de camisinha e um pequeno dispositivo elegante que só podia ser uma coisa. Os