NARRADORA Dois anos após o turbilhão que quase destruiu os Monteiro, a mansão da família em Malibu não era mais um monumento à solidão de Arthur, mas um playground de risadas e vida. O jardim, antes rigorosamente simétrico e frio, agora estava repleto de flores coloridas, carrinhos de bebê e uma energia vibrante.Era um dia especial: uma celebração dupla para os novos membros da família.Sentadas sob uma pérgula de glicínias, Sofia e Diana compartilhavam um momento de paz que parecia impossível anos atrás.Sofia segurava nos braços a pequena Beatriz, uma bebê de apenas quatro meses com os olhos expressivos da mãe e o temperamento calmo que contrastava com a energia sem fim de Leonardo, que agora corria pelo gramado com Alexandre.— Quem diria, hein, Sofia? — Diana riu, ajeitando a manta de seu próprio bebê. — De parceiras de investigação a parceiras de fraldas.Diana havia dado à luz, há seis meses, ao pequeno Mateo. O menino era a cara de Marcos (Mark), mas já demonstrava os pulmões
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