RaelO silêncio depois do acordo da Nari ainda pairava no ar quando dei um passo à frente.Senti todos os olhares recaírem sobre mim, supremos, alfas, pais, mães. Senti o peso de cada expectativa. E, mesmo assim, não hesitei.“Já que estamos aqui”, falei, a voz firme apesar do coração acelerado, “eu quero pedir algo também.”O pai da Maya ergueu o olhar devagar, atento.“Quero que o senhor me dê a honra de ser o companheiro da sua filha.”Maya prendeu a respiração ao meu lado.“Eu não a marquei”, continuei, sem desviar os olhos. “Não porque não a queira. Mas porque quero que ela tenha tudo o que merece. Escolha. Tempo. A presença da família dela. Eu sei o quanto isso é importante para ela e para o senhor.”Ela se aproximou um passo, visivelmente tensa.O pai dela contornou a mesa lentamente, como um predador avaliando terreno. Parou diante da própria filha.“É isso que você quer, Maya?” perguntou, direto. “Você sabe que o cunhado da sua irmã sempre nutriu sentimentos por você. Ele mor
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