ROSÁLIA DUARTE Celso atacou minha boca. Não houve preliminares suaves. O beijo foi urgente, molhado, uma invasão de línguas e dentes. Ele beijava como se quisesse me devorar, e eu respondia na mesma moeda, a frustração da semana inteira explodiu naquele contato. Ele se afastou apenas para arrancar a própria camiseta, jogando-a longe. Depois, as mãos dele foram para o meu suéter. — Tira — ele ordenou. — Quero ver você. Sentei-me e deixei que ele puxasse o suéter pela minha cabeça. Depois, o sutiã. Quando fiquei nua da cintura para cima, o olhar dele percorreu meus seios como se fossem a coisa mais preciosa do mundo. Ele baixou a cabeça e abocanhou meu mamilo direito, chupando com força, enquanto a mão dele desabotoava meu jeans. Celso despiu-me com pressa, livrando-me do jeans e da calcinha em segundos, jogando tudo no chão. Agora eu estava nua. Exposta. E ele, ainda vestido com a calça, parecia ter todo o poder. Celso se posicionou entre as minhas pernas abertas, segurou
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