Do lado de fora da cafeteria, Lennon percebeu que a funcionária lhe ofereceu o sorriso mais falso que já vira ao entregar-lhe o pedido — a safada parecia mais verdadeira quando o traste de seu irmão estava junto e a cantava descaradamente. Bebendo o café quente, estando prestes a entrar no carro luxuoso, Lennon sentiu suas forças voltarem; o ânimo pela vida e pela sua busca por justiça, reavivados. Era quase como ter sido religada na tomada. Maravilhosa cafeína! Uma vez dentro do carro, a mulher bebericou mais uma vez. E mais outra. Não se lembrava do horário em que foi dormir, mas sabia que já tinha se passado da uma da manhã. Acordou às cinco, se trocou e foi correr na academia de casa. Quando saiu do banho pós-treino, Lennon viu uma mensagem de Jhon — razão para estar encarando o celular naquele exato momento. Ela não respondeu ao convite do noivo para almoçarem juntos naquele dia. E preferia não responder, porém ignorá-lo era uma péssima i
Ler mais