— Assassina! Maldita!— gritou, a mão indo direto ao rosto de Yelissa com um tapa estalado— Você destruiu a minha vida! O choque congelou todos por um segundo.— Calma, senhora!— um policial tentou intervir, mas Mirna empurrou-o com brutalidade.— Vai pagar! Vai pagar pelo que fez com a minha filha!— vociferava enquanto agarrava Yelissa pelos cabelos, arrastando-a ao chão.Yelissa gritava de dor, tentando se defender. Gustavo correu até elas e tentou separar, mas Mirna já tinha atingido a cabeça da jovem contra a parede. O sangue escorreu pela testa de Yelissa, e ela ficou tonta, zonza, confusa.— CHEGA!— gritou o delegado, ordenando que dois agentes a contivessem.No meio da confusão, Yelissa se arrastou discretamente para longe. Viu todos ocupados e, mesmo ferida, correu pela porta lateral da delegacia. Ninguém notou imediatamente — só depois de alguns segundos, um policial gritou:— Ela fugiu!Gustavo correu atrás, mas já era tarde. Do lado de fora, tudo estava quieto. Só um
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