No meio da madrugada, acordo saindo da cama com uma sensação estranha. Indo até o quarto onde minha madrinha está, entro a vendo caída.— Odete, Odete. Fala comigo. DOMINIC, DOMINIC CORRE AQUI — Grito mas não sei se ouviu — Madrinha por favor.— O que foi. Dona Odete.— Ela não acorda. Vamos leva-la até o hospital.— Sim, vou me trocar — Indo rápido, depois é a minha vez então ele a pega nos braços até sairmos da mansão de onde no carro ele mesmo vai dirigindo porque os capangas estão dormindo. Dionísio tem casa, mas soube que Gustavo e Paulo moram aqui. Já passatempo e ferrugem não sei. Indo rapidamente, fico muito preocupada com ela.— Eu te avisei que ela estava doente. Você foi muito cruel mandando quebrar os móveis ainda bater na cara dela. Ela tem quase 70 anos pelo amor de Deus.— Era o único modo de te obrigar a vir. Mas ela vai ficar bem.Me calando ele nunca vai admitir que está errado. Ao chegarmos ao hospital e particular, ele a pegou nos braços entrando e me fazendo ficar
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