Lysandro rindo disse que era um presente, Lia ficou séria quieta e incomodada, com a sensação de que ele pagou, porque ficaram mais próximos. Ela foi ao banheiro primeiro, escovar os dentes, ele estava ainda na cadeira, mexendo no celular, perguntou curioso. — Você é sempre quietinha assim, ou é só comigo? Estamos convivendo cada vez mais e eu não te vejo falar nada, sobre si. Ela começou arrumar a cama, de costas para ele, respondeu séria. — Sou assim! Desse jeito sem graça mesmo. Não tenho nada o que falar de mim.Ela foi para o banheiro, se sentindo angustiada triste, com a sensação de estar se vendendo, ele respondeu enquanto subia na cama.— Nada, é muita coisa Ofélia. Algo, sempre tem. Ela logo voltou para o quarto, se aproximou da cama, cabisbaixa. — Quer alguma coisa? Sua garrafa, eu já enchi, pouco antes de você chegar. Ele estava sem as coisas que usava para realmente dormir, porque estava na intenção de dar uns amassos, estendeu a mão a chamando.— Quero você. Vem, ma
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