MARKUS BLACKWOOD Deixei o hospital mais cedo do que o habitual, delegando a reunião de orçamento para o Dr. Aris com a desculpa de "urgências pessoais inadiáveis". Não era mentira. O que eu tinha para fazer era, de fato, urgente e extremamente pessoal. Dirigi até a casa de Stella. Sai do carro e toquei a campainha. Stella abriu a porta, equilibrando um cesto de roupa suja no quadril e segurando um telefone no ombro. Ela parou, boquiaberta, quando me viu. — Markus? — Ela sussurrou, deixando o telefone escorregar. — Aconteceu alguma coisa? — Não, está tudo bem. — Tranquilizei-a rapidamente. — Eu preciso falar com você. E com a Lizzy, se ela estiver por perto. Stella semicerrou os olhos, analisando meu rosto. — Lizzy! — Ela gritou para dentro da casa. — Desce aqui! Cinco minutos depois, estávamos sentados na mesa da cozinha. Havia café fresco e biscoitos que as crianças tinham deixado. — Então... — Lizzy começou, cruzando os braços. — Você veio até aqui numa terça-feira à tard
Ler mais