LucyAs lágrimas de Beth deixaram um rastro em seu rosto triste, que apertava o coração de Lucy. A presença de Hans mexeu profundamente com sua irmã, pois para ela era muito difícil enfrentá-lo, ir contra sua vontade, suas ordens, em favor de seus próprios sentimentos. Beth foi condicionada a servir os Andersen, e acima de tudo, seu coração inocente amava aquele homem.O abraço demorado a confortou depois de muito tempo, mas seus olhos sempre se desviavam para a porta do estúdio pessoal de Lucy, para onde levou sua irmã. Não queria que ela ficasse nervosa com a possibilidade de Hans entrar na cozinha com Vitório, ou coisa do tipo, mesmo sabendo que seu marido não deixaria que o homem ultrapassasse os limites aqui no território dele. O estúdio era silencioso e aconchegante, e sempre foi reconfortante para ela, portanto achou que a irmã se sentiria melhor ali. - Sabe o que é pior? – Beth disse, depois de um longo tempo, se levantando lentamente, do colo de Lucy. - O que, querida? –
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