Lucas desceu as escadas com o rosto lavado e os ombros tensos. Ele parecia ter envelhecido anos nas últimas horas, mas sua determinação era evidente. Laura estava esperando por ele na sala, ansiosa, mas disposta a apoiá-lo.— Laura, preciso te pedir algo. — ele disse, a voz rouca e pesada.— O que você precisar, Lucas. — Laura respondeu imediatamente, olhando-o com firmeza.— Eu não consigo fazer isso sozinho. Por favor, venha comigo ao hospital. Não vou pedir que esteja comigo no quarto, mas saber que você está por perto... vai me ajudar a ter coragem para enfrentar isso.Laura não hesitou.— Claro que eu vou, Lucas. Vamos. As crianças podem ficar com Maria, elas estão seguras.Lucas assentiu com gratidão. Eles avisaram Maria, que rapidamente assumiu o cuidado das crianças, e saíram juntos. No carro, o silêncio era carregado de emoções. Lucas dirigia com as mãos firmes no volante, mas seus olhos traíam a ansiedade que sentia. Laura o olhava de vez em quando, preocupada, mas respeitou
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