JaquelineO sol brilhava forte quando percebi que os passos firmes do Edgar e do Júlio César vinham em nossa direção. Meu coração disparou, uma mistura de ansiedade e incerteza. Eles pararam próximos a nós, e o cumprimento foi inevitável.– Jaqueline, Alexandre. Edgar disse com um sorriso cansado, mas firme.Forcei um meio sorriso, e apesar do nó na garganta, consegui perguntar:– O senhor está bem?Ele ajeitou o chapéu e respondeu:– Bem melhor, minha filha… mas a idade e os problemas não colaboram tanto assim.O jeito como ele me olhou, como se esperasse mais da minha parte, quase me fez vacilar. Mas minhas palavras morreram na boca. O silêncio pesou, e foi Júlio quem interveio, com seu bom humor de sempre.– Logo mais, depois do almoço, papai e eu vamos voltar para casa. Caso não nos vejamos mais, foi um prazer encontrá-los aqui no resort.Antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, Alexandre se adiantou:– O prazer foi nosso. Desejo uma boa viagem de volta.Assenti em silêncio,
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