39. Não se Pode Ter Tudo
Agora eu tinha tudo de novo.Ou quase tudo.Porque, para isso, alguém sairia ferido. Daniel. Não se pode ter tudo.Quando Adam acordou, abriu apenas um olho e me encarou com aquele sorriso preguiçoso.— Hum… você ainda está aqui… — murmurou. — E a minha ereção matinal claramente te quer.— Ah, é? — ri.Subi sobre ele, nua, dominando a situação. Segurei suas mãos e as levei acima da cabeça. Adam fechou os olhos, rendido, com aquele sorriso torto que sempre me desmontava.— Estou gostando disso…Provoquei, explorei. Seu corpo reagiu rápido, intenso. Quando ele não aguentou mais, me puxou para si, virou o jogo e se encaixou em mim de uma vez. Foi diferente, profundo, quase bruto — e ainda assim bom. Estranho e prazeroso ao mesmo tempo. Chegamos juntos, num misto de surpresa e urgência.Depois, ficamos deitados, recuperando o fôlego.— Adam… posso te perguntar uma coisa?— Fala, meu amor.Sentei na cama, mexendo em seus cabelos.— Qual é a sua relação com a Vanessa?Ele passou as mãos pel
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