Yanek cola o peito em minhas costas nuas. O peso do seu corpo, a firmeza dos seus músculos e o volume enorme da sua ereção pressionando contra a fenda da minha bunda me fazem soltar um gemido que reverbera na parede de pedra. — Você quer isso, Babi? A voz dele é um trovão baixo, vibrando diretamente na minha nuca. — Quer que eles vejam o quanto você é minha? Gemo baixinho. — Quero. Respondo, minha voz falhando, carregada de um desejo que eu nem sabia que era capaz de sentir. — Por favor, Yanek. Agora. Ele não me faz esperar. Sinto suas mãos grandes subirem pelas minhas coxas, levantando o tecido fino do meu vestido até que ele esteja amontoado na minha cintura. O ar frio da sala atinge minha pele exposta apenas por um milésimo de segundo antes que ele agarre minhas nádegas com uma possessividade que me faz cravar as unhas no mármore. Com um movimento ágil, ele se livra do restante de sua calça. Ouço o som do zíper e o baque surdo do tecido caindo no chão. Então,
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